quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Eleições
A coisa tá organizada por lá. Para votar é necessário está inscrito previamente e portar a credencial de votação com nome e categoria a que pertence o "eleitor", uma espécie de "título eleitoral", [na imagem acima].
Eleições diretas
Estão acontecendo deste às 8hs, na escola Florentina Damasceno, eleições para gestão escolar. Estão aptos a votar todos os alunos, pais e/ou responsáveis, professores e servidores que estejam devidamente cadastrados e com suas credenciais de votação em mãos. Aqueles aptos a votar deverão se dirigir a sua secção eleitoral que estão assim distribuidas:
Secção 001- 1º e 2º anos
Secção 002- 3º e EJA
Secção 003- Servidores.
A participação democrática deve ser, antes de tudo, uma construção histórica e coletiva.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Educablog 2009 - estamos participando
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
A 55 anos Getúlio Vargas cometia o sucicídio
"Um Tiro Que Mudou o Rumo da História"
Abandonado pelos militares, pelos burocratas do governo, pelos políticos e até por seu vice-presidente, Café Filho, o presidente Getúlio Vargas só tinha uma saída na madrugada do dia 24 de agosto: renunciar.
Mas, quando seus adversários já comemoravam a vitória política, Vargas mudou o rumo da história. Por volta das 5 h, segundo sua filha Alzira Vargas, o presidente, sozinho em seu quarto, disparou um tiro fatal no peito. “Eu saí correndo feito uma doida e me joguei sobre o corpo dele. Ele ainda estava vivo e eu tive a impressão de que esboçava um sorriso”, contou Alzira. Bastaram uma edição especial do Repórter Esso e a leitura da carta-testamento deixada por Vargas para o sorriso que Alzira acreditou ter visto se justificar.
Enlouquecida e com lágrimas nos olhos, a população tomou as ruas para protestar contra os inimigos do “pai dos pobres”. Houve quebra-quebras e incêndios em sedes de jornais contrários a Vargas. Até a Embaixada Americana foi apedrejada. Os adversários de Vargas caíram em desgraça. Jornal do Brasil. Na manhã de 24 de agosto de 1954, a medida que a carta testamento chegava aos ouvidos dos brasileiros pelas rádios, a dor do povo surgiu como manifestação de indignação e revolta contra os adversários de Getúlio, tomando as ruas de norte a sul da Nação. O sentimento nacional sepultou um golpe militar. O Udenista Carlos Lacerda, declarado opositor de Getúlio, foi obrigado a fugir para o exterior. E assim, o período Getulista, iniciado em 1930, que buscava com seu projeto e ideologia trabalhista, a modernização nacional, chegou ao fim.
Grande estadista, certamente o maior que o país já teve, amado pelo povo , trouxe o crescimento econômico, a justiça social e a igualdade de direitos. Criou empresas estatais fortes como a Petrobrás, a Companhia Vale do Rio Doce e a Companhia Siderúrgica Nacional. Construiu uma legislação federal clara, beneficiando, principalmente os trabalhadores, criou o salário mínimo e a jornada semanal de trabalho. Deu às mulheres o direito de votar e, ainda na questão democrática, a instituição do voto secreto.
Biografia
Bacharel pela Faculdade de Direito de Porto Alegre [1907], Getúlio Dornelles Vargas elegeu-se pelo Partido Republicano Rio Grandense deputado estadual, deputado federal e líder da bancada gaúcha, entre 1923 e 1926. Foi Ministro da Fazenda de Washington Luís [1926-27] e presidente do Rio Grande do Sul [1927-1930]. Em 1929 candidatou-se à presidência da República na chapa oposicionista da Aliança Liberal. Derrotado, chefiou o movimento revolucionário de 1930, através do qual assumiu em novembro deste mesmo ano o Governo Provisório [1930-34]. Durante este período, Vargas deu início à estruturação do novo Estado, com a nomeação dos interventores para os governos estaduais, a implantação da justiça revolucionária, a criação do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio e a promulgação das primeiras leis trabalhistas.
Em 1932, eclodiu a Revolução Constitucionalista em São Paulo, quando o Partido Republicano Paulista e o Partido Democrático de São Paulo, unidos em uma frente única, organizaram grande contingente de voluntários em luta armada contra o Governo Provisório. Iniciado em 9 de julho, este movimento estendeu-se até 1º de outubro. O término do movimento paulista marcou o início do processo de constitucionalização. Em novembro de 1933, instalou-se a Assembléia Nacional Constituinte, responsável pela promulgação da nova Constituição e pela eleição de Getúlio Vargas como presidente da República, em julho de 1934.
Durante o período em que governou constitucionalmente o país, cresceu a atuação da Ação Integralista Brasileira [AIB], de inspiração fascista, e surgiu a Aliança Nacional Libertadora [ANL], movimento polarizado pelo Partido Comunista Brasileiro, então Partido Comunista do Brasil [PCB]. O fechamento da ANL, determinado por Getúlio Vargas, bem como a prisão de alguns de seus partidários, precipitaram as conspirações que levaram à Revolta Comunista de 1935, que eclodiu em novembro em Natal, Recife e no Rio de Janeiro. Em 1937, preparavam-se as eleições presidenciais para janeiro de 1938, quando foi denunciado pelo governo a existência de um plano comunista, conhecido como Plano Cohen. Esta situação criou um clima favorável para a instauração do Estado Novo, que ocorreria em novembro deste ano.
Com a instauração do Estado Novo em 10 de novembro de 1937, Getúlio Vargas determinou o fechamento de Congresso, outorgou uma nova Constituição, que lhe conferia o controle dos poderes Legislativo e Judiciário. No início do mês seguinte, Vargas assinou decreto determinando o fechamento dos partidos políticos, inclusive a AIB. Em 11 de maio de 1938, os integralistas insatisfeitos com o fechamento da AIB, invadiram o Palácio Guanabara, numa tentativa de deposição de Vargas. Esse episódio ficou conhecido como Levante Integralista. Entre 1937 e 1945, duração do Estado Novo, Getúlio Vargas deu continuidade à estruturação do Estado, orientando-se cada vez mais para a intervenção estatal na economia e para o nacionalismo econômico.
Foram criados nesse período o Conselho Nacional do Petróleo [CNP], o Departamento Administrativo do Serviço Público [DASP], a Companhia Siderúrgica Nacional [CSN] e a Fábrica Nacional de Motores [FNM], entre outros. Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, em 1939, Vargas manteve um posicionamento neutro até 1941, quando da assinatura do acordo entre Brasil e Estados Unidos, pelo qual o governo norte-americano se comprometia a financiar a construção da primeira siderúrgica brasileira, em troca da permissão para a instalação de bases militares no Nordeste.
Após o torpedeamento de navios brasileiros por submarinos alemães, em 1942, foi declarado o estado de guerra à Alemanha, Itália e Japão - países do Eixo. Em novembro do ano seguinte, Vargas criou a Força Expedicionária Brasileira [FEB], cujo primeiro escalão foi mandado em julho de 1944 para combater na Itália. Com o término do conflito em 1945, as pressões em prol da redemocratização ficaram mais fortes, uma vez que o regime do Estado Novo não se coadunava com os princípios democráticos defendidos pelos países aliados durante todo o conflito. Apesar de algumas medidas tomadas, como a definição de uma data para as eleições, a anistia, a liberdade de organização partidária, e o compromisso de fazer eleger uma nova Assembléia Constituinte, Vargas foi deposto em 29 de outubro de 1945, por um movimento militar liderado por generais que compunham seu próprio ministério.
Afastado do poder, Getúlio Vargas retirou-se para sua fazenda em São Borja, no Rio Grande do Sul, apoiando a candidatura do general Eurico Dutra, seu ex-ministro da Guerra, à presidência da República. Nas eleições para a Assembléia Nacional Constituinte de 1946, Vargas foi eleito senador por dois estados: Rio Grande do Sul, na legenda do Partido Social Democrático [PSD], e São Paulo, pelo Partido Trabalhista Brasileiro [PTB]. Por esta legenda, foi também eleito representante na Câmara dos Deputados por sete estados: Rio Grande do Sul, São Paulo, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Paraná.
Assumindo seu mandato no Senado como representante gaúcho, Getúlio Vargas exerceu também a legislatura que se seguiu [1946-1949]. Candidato à presidência da República pelo PTB, em 1950, Getúlio Vargas derrotou os candidatos, Eduardo Gomes [UDN] e Cristiano Machado [PSD], elegendo-se com 3.849.000 votos. Seu segundo período de governo foi marcado pela retomada da orientação nacionalista cuja expressão maior foi a luta para a implantação do monopólio estatal sobre o petróleo, com a criação da Petrobrás e pela progressiva radicalização política. Vargas enfrentava oposição cerrada por parte da UDN, em especial do jornalista Carlos Lacerda, proprietário do jornal carioca Tribuna da Imprensa.
O atentado realizado contra Lacerda no início de agosto de 1954, no qual foi morto o major-aviador Rubem Florentino Vaz, detonou a crise final do governo, pelo envolvimento da guarda pessoal de Vargas no episódio. Para a investigação do que ficou conhecido como Atentado da Toneleros, foi instaurado um inquérito policial-militar, pelo Ministério da Aeronáutica.
Pressionado pelas Forças Armadas, durante reunião ministerial realizada na madrugada de 23 para 24 de agosto, Vargas se viu confrontado com a eminência da renúncia ou deposição, e suicidou-se com um tiro no coração, deixando uma carta-testamento em que acusava os inimigos da nação como os responsáveis por seu suicídio.
Ilustração: Imagens Google.
24 de agosto, dia do "suicídio" de Getúlio Vargas - leia abaixo a carta deixada por esse grande estadista
"Mais uma vez, as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se novamente e se desencadeiam sobre mim. Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes. Sigo o destino que me é imposto. Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao Governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar a liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculizada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre. Não querem que o povo seja independente.
Assumi o Governo dentro da espiral inflacionária que destruía os valores de trabalho. Os lucros das empresas estrangeiras alcançaram até 500% ao ano. Na declaração de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por ano. Veio a crise do café, valorizou-se o nosso principal produto. Tentamos defender seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia a ponto de sermos obrigados a ceder.
Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo a mim mesmo, para defender o povo que agora se queda desamparado. Nada mais vos posso dar a não ser meu sangue. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida. Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater à vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vós e vossos filhos. Quando vos vilipendiarem, sentireis no meu pensamento a força para a reação. Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome será a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência. Ao ódio respondo com o perdão. E aos que pensam que me derrotaram respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo de quem fui escravo não mais será escravo de ninguém. Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue será o preço do seu resgate.
Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história."
Presidente Getúlio Vargas, 24 de Agosto de 1954.
domingo, 23 de agosto de 2009
Projeto - III Criando pela Independencia
Local: Escola Florentina
Nível de Escolaridade: Ensino Fundamental.
Tema: A importância do conhecimento para a Formação da Cidadania.
Atividades: Interpretação de imagens e produções de literaturas - Sala de Vídeo - Concurso de redações.
1º Dia. 30/08/09.
Disciplinas: Português, Artes, Religião e Educação Física.
2º Dia. 01/09/09.
Disciplinas: História, Geografia e Ciências.
3º Dia: 02/09/09.
Sala de Jogos - Xadrez - Disciplina Matemática- raciocínio lógico.
De 01/09/09 a 04/09/09 - Quadra de Esportes - Jogos Internos - Espaço simultâneo.
Futsal - masculino e feminino,
Vôlei- masculino e feminino,
Handebol - masculinno e feminino.
Tênis de mesa.
Semana da Pátria 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
A língua portuguesa
Este texto é dos melhores registros da língua portuguesa que tenho lido sobre a digníssima 'língua de Camões', a tal que tem fama de ser pérfida, infiel ou traiçoeira.Um político que estava em plena campanha chegou a uma pequena cidade, subiu para o palanque e começou o discurso:
- Compatriotas, companheiros, amigos! Encontramo-nos aqui, convocados, reunidos ou juntos para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual me parece transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou junta é a minha postulação, aspiração ou candidatura a Presidente da Câmara deste Município.
De repente, uma pessoa do público pergunta:
- Ouça lá, porque é que o senhor utiliza sempre três palavras, para dizer a mesma coisa? O candidato respondeu:
- Pois veja, meu senhor: a primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como intelectuais em geral; a segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e a maioria dos que estão aqui; A terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado, ali deitado na esquina.
De imediato, o bêbado levanta-se a cambalear e 'atira':
- Senhor postulante, aspirante ou candidato: o facto, circunstância ou razão pela qual me encontro num estado etílico, alcoolizado ou mamado, não implica, significa, ou quer dizer que o meu nível cultural seja ínfimo, baixo ou mesmo rasteiro. E com toda a reverência, estima ou respeito que o senhor me merece pode ir agrupando, reunindo ou juntando os seus haveres, coisas ou bagulhos e encaminhar-se, dirigir-se ou ir direitinho à leviana da sua progenitora, à mundana da sua mãe biológica ou à pqp!
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Poema - Saga da Amazônia
Da lavra do compositor paraibano Vital Farias, a música Saga da Amazônia é talvez a melhor síntese da guerra nada silenciosa e desigual travada na floresta entre a cobiça e o sentido de preservação das espécies. É certo que o tema inspirou centenas de compositores, mas da discografia ao alcance essa emerge como símbolo de cantoria a desafiar com versos cortantes a ganância e o desprezo ao homem amazônida.
Na música de Vital, a Amazônia é palco de conflitos já contados, mas não se tem conhecimento, numa única composição, de texto tão denso e revelador da variedade de tensões e mazelas que a cercam. Na canção, desfilam mitos amazônicos, devastação à flora e à fauna, genocídios indígenas, assassinatos na luta pela posse da terra, investimentos predadores de grandes projetos extrativistas e a internacionalização de imensas áreas pelo poder do capital internacional. Desfila, porém, sobretudo, um apelo à vida.
TEXTO: Euclides Farias
"No lugar que havia mata, hoje há perseguição/Grileiro mata posseiro, só pra lhe roubar seu chão/Castanheiro, seringueiro já viraram até peão/Afora os que já morreram como ave de arribação/Zé de Nana tá de prova/Naquele lugar tem cova, gente enterrada no chão...", canta Vital, num arrebatador testemunho à história.
Função social da arte, a música-denúncia de Vital não tem ranços nem faz coro a cantilenas de ongs secretamente subvencionadas por laboratórios farmacêuticos e cosméticos. Está focada no drama humano, a cada árvore que tomba, a cada bicho que morre. "Se a floresta, meu amigo, tivesse pé pra andar, eu garanto, meu amigo, o perigo não tinha ficado lá", aposta o cantador.
É sábia por não advogar à Amazônia a condição de santuário, por cuja redoma os caboclos enxergarão contemplativamente a terra e os rios intocáveis. O artista quer a floresta e as águas a serviço da prosperidade medida, porque tudo ali é finito. O que não quer, deixa claro, é a Amazônia como almoxarifado. E reage, sem precisar dizê-lo senão pela negação à dor, a cínicos pretextos que soam tão verdadeiros quanto os cantos de sereia. Se a Amazônia é hiléia, última fronteira, pulmão do mundo ou outra falácia qualquer é porque o resto do planeta esqueceu de cuidar do próprio quintal, destruindo-o sem legar bem à humanidade.
A quem interessar, a letra, heróica como toda saga:
"Era uma vez na Amazônia, a mais bonita floresta/Mata verde, céu azul, a mais imensa floresta/No fundo d'água as Iaras, caboclo, lendas e mágoas/E os rios puxando as águas/Papagaios, periquitos, cuidavam de suas cores/Os peixes singrando os rios, curumins cheios de amores/Sorria o Jurupari, uirapuru, seu provir/Era fauna, flora, frutos e flores/Toda mata tem caipora para a mata vigiar/Veio caipora de fora para a mata definhar/E trouxe dragão-de-ferro pra comer muita madeira/E trouxe em estilo gigante pra acabar com a capoeira/Fizeram logo um projeto, sem ninguém testemunhar/Pra o dragão cortar madeira e toda mata derrubar/Se a floresta, meu amigo, tivesse pé pra andar, eu garanto, meu amigo, o perigo não tinha ficado lá/O que se corta em segundos gasta tempo pra vingar/E o fruto que dá no cacho pra gente se alimentar?/Depois tem o passarinho, tem o ninho, tem o ar/Igarapé, rio abaixo, tem riacho e esse rio que é um mar/Mas o dragão continua a floresta devorar/E quem habita essa mata pra onde vai se mudar?/Corre índio, seringueiro, preguiça, tamanduá/Tartaruga, pé ligeiro, corre-corre tribo dos Kamaiurá/No lugar que havia mata, hoje há perseguição/Grileiro mata posseiro só pra lhe roubar seu chão/Castanheiro, seringueiro já viraram até peão/Afora os que já morreram como ave de arribação/Zé de Nana tá de prova/Naquele lugar tem cova, gente enterrada no chão/ Pois mataram índio, que matou grileiro, que matou posseiro, disse um castanheiro para um seringueiro que um estrangeiro roubou seu lugar/Foi então que um violeiro, chegando na região, ficou tão penalizado e escreveu esta canção/E talvez desesperado com tanta devastação/Pegou a primeira estrada sem rumo, sem direção/Com os olhos cheios de água, sumiu levando essa mágoa dentro do seu coração/Aqui termino essa história, para gente de valor/Pra gente que tem memória, muita crença, muito amor/Pra defender o que ainda resta, sem rodeio, sem aresta/Era uma vez uma floresta na Linha do Equador."
De Cantoria 1 [Elomar, Geraldo Azevedo, Vital Farias e Xangai].
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Respostas dadas pelos estudantes nos recentes vestibulares de música pelo Brasil a fora
- Agnus Dei é uma famosa compositora que escreveu música para igreja.
- Handel era meio alemão, meio italiano e meio inglês.
- Beethoven escreveu música mesmo surdo. Ele ficou surdo porque fez música muito alta. Ele caminhava sozinho pela floresta e não escutava ninguém, nem a Pastoral, uma MOSSA que poderia ser a sua Amada IMORTAU e inspirou ele a criar uma sinfonia muito romântica. Ele faliu em 1827 e mais tarde morreu por causa disto.
- Uma ópera é uma canção que dura mais de 2 horas.
- Henry Purcell é um compositor muito conhecido, mas até hoje ninguém ouviu falar dele.
- O Bolero de Ravel foi composto pelo Ravel.
- A harpa é um piano pelado.
- Opus Póstuma é música composta quando o compositor compôs depois de morto.
- Mozart morreu jovem. Sua maior obra é a trilha do filme “Amadeus”.
- A importância de “Tristão e Isolda” reside no fato de que é uma música muito triste. Mais triste que a “Tristesse” de SCHOPING.
- Virtuoso no piano é um músico com muita moral.
- Os maiores compositores do Romantismo são: Chopin, Schubert e Tchaikovsky. No Brasil temos Roberto Carlos e Daniel.
- Música cantada por duas pessoas é um DUELO.
- Eu sei o que é um sexteto, mas não sei dizer.
- Stravinsky revolucionou o ritmo com “A MASSACRAÇÃO da Primavera”.
- Carlos Gomes compôs a PRÓTESEFONIA do programa de rádio “A Hora do Brasil”.
- “Carmen” é uma ópera e “CARMINHA Burana” é sua filha.
- Muitos pesquisadores concordam que a Música Medieval foi escrita no passado.
- Tem dois tipos de Cantatas de Bach: as Cantatas religiosas e as CANTADAS DI PROFANAÇÃO, que ele usou no palácio.
- A ópera mais Romântica é a Paixão de Mateus por Bach.
- Meu compositor preferido é Opus.
- Chopin fez poucas baladas, pois sofria de tuberculose. Assim não dava para ele cair na gandaia à noite, dançar, beber e curtir as minas, MAIS parece que ele não era chegado.
- Cage inventou os 4 minutos de silêncio.
- Suíte é uma música de danceterias barrocas.
- Há uma espécie de Corais feitas por Bach, que se chamam Florais e são usados como remédios milagrosos.
- “Messias” é uma missa de Handel cuja originalidade é ter muitos aleluias.
- Joseph van Damme, além da arte lírica, é adepto das artes marciais. Não assisti nenhuma ópera dele, mas tenho o DVD de 3 filmes dele.
- Os menestréis e trovadores transmitiam notícias e estavam nas festas. Andavam de cidade em cidade, de castelo em castelo e iam até nos shows de TV.
- O regente de uma orquestra é igual a um guarda de trânsito maluco porque agita os braços controlando muitos instrumentos na sua frente.
- “As 4 Estações” é o CD mais vendido da banda do Vivaldi, depois que fez sucesso num comercial de sabonete,que não me lembro o nome agora.
- Os compositores Renascentistas reviveram a música, pois ela havia sido morta pela Inquisição.
- As Fugas de Bach são famosas porque ele não queria ficar preso em nenhum sistema.
- A música eletroacústica é a mais avançada das tendências da música eletrônica hoje em dia. Seus principais compositores são os DJs e a banda Craftwork.
- O metrônomo foi inventado para os músicos não andarem depressa.
- Barroco é uma palavra derivada de Bach.
- Handel compôs muitas peças geniais para Couro.
- Música atonal é aquela sem som ou que explora o não-som, mais ou menos quase um anti-som. Seus maisimportantes criadores são da família Berg: Schoenberg, Albanberg e Weberg.
- Pierre Boulez e STOQUEHAUZEN são compositores contemporâneos. É raro ser contemporâneo, pois muitos contemporâneos não vivem até morrer.
- A mais bela sinfonia é a ÓDIO ÀLEGRIA de Beethoven".
terça-feira, 23 de junho de 2009
Biblioteca Brasiliana - faça uma visita
Podemos ter acesso ao conteúdo dos livros e manuscritos, em PDF. É uma ótima fonte de pesquisa, e diante dos altos preços de livros no Brasil, uma forma de possibilitar o acesso mais fácil aos textos.
O link da Biblioteca Brasiliana é: http://www.brasiliana.usp.br/bbd/ .
Projeto: Museu de Artes


Tema: Museu de Artes - do Renascimento a Contemporaneidade.Parceria: Sala de Leitura e Sala de Informática
Professores coordenadores e responsáveis: Profº Flávio Jorge, Profª Lucieth (Sala de Leitura) e Profª Rórima Diana (Sala de Informática).
Alunos expositores: Clube da Leitura
Data da Exposição: 23/06/2009 a 26/06/2009
Local da Exposição: Sala de leitura - Horário: Os tres turnos de funcionamento da escola.
OBS: As atividade de pesquisa na internet, estudo dirigido e debate na Sala de Informática a exposição na Sala de leitura.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Caros professores e alunos
Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos.Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:
· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vincci;
· Escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis ou a Divina Comédia;
· Ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA.
· E muito mais....
Esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso no site: www.dominiopublico.gov.br
Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois estão anunciando desativar o projeto por pouco uso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.
Divulgue para o máximo de pessoas!













