terça-feira, 5 de maio de 2009

VII Povos da Amazônia da Escola Florentina Damasceno

"VII Povos da Amazônia" da Escola Florentina Damasceno - 30 de abril de 2009
















N. E.: Mais fotos dos "VII Povos da Amazônia" na aba direita do blog no álbum VII Povos da Amazônia - 2009.

Cerimônia de Formatura em Ciências Biológicas da Profª. Noemi

Professora Noemi, recebendo o grau de Ciências Biológicas.

Sala de Leitura

Sala de leitura "Monteiro Lobato" - Coordenação: Professores Flávio e Luciethe
Alunos desenvolvendo atividades na Sala de Leitura
Campanha de arrecadação de livros para a Sala de Leitura
Professores e comunidade fazendo doação de livros
Alunos desenvolvendo atividades na sala de leitura
Atividade na sala de leitura com a participação da comunidade
Coordenador profº. Flávio com alunos na Sala de Leitura
Diretora da Escola Florentina Damasceno profª. Viviane com alunos na Sala de Leitura
N. E.: Confira mais fotos das atividades desenvolvidas na Sala de Leitura "Monteiro Lobato" no álbum "Sala de Leitura" ao lado na aba direita do blog.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

ESCULTURA






Grandes gênios da escultura mundial.
Michelangelo: Pietá e Daví.
Rodin: Mãos, O beijo e O Pensador.

Espaço aluno


Poema: Vida

A vida é feita de ternura,
E pequenas partes de aventura
Transparente como o véu
Como o azul que envolve o céu.

Bela como o universo
Mirabolante como este verso
Sensível como uma flor
Que desabrochá com amor

Nítida como um diamante
Invisível e exuberante
Vista com o coração
Vivida com grande emoção.

Autora Lidiane Miranda - M2TR03

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Preserve a Amazônia

Amazônia, a gente não pode deixar de preservar
Temos que cuidar dessa natureza que é tão bela
Chamada Amazônia e nós, fazemos parte dela

Amazônia, ela está ameaçada
Devido tantas queimadas e derrubadas...
Temos que fazer alguma coisa
Não podemos deixar ela acabar assim
A Amazônia é tudo pra mim...

Pouco à pouco ela está se acabando...
E a gente tem que continuar lutando.
Amazônia, coisa tão bonita...
Que parece coisa de artista.
Tantas flores e animais
E assim, tantos vegetais.

Hei, voce aí!
Não podemos deixá-la acabar jamais...
Se continuar assim será o Satanás...

Autor: J. Batista
[1ª ano "A" noturno]

Sala de Leitura da Escola Florentina














Visite a Sala de leitura.
Participe dos projetos inovadores que estão sendo desenvolvidos pelos
coordenadores:
Profº Flávio e Profª Lucieth
É o maior barato. Vá até lá e confira.

PROJETO: VII POVOS DA AMAZÔNIA 2009

ENSINO FUNDAMENTAL

5ªA - PROFª ANTONIA BATISTA E MARIA LUÍZA - ÁGUA COMO FONTE DE VIDA

5ª B - PROFª LINDALVA VENTURA E MARIA DAS DORES - O QUE FAZEMOS COM A NOSSA ÁGUA.

6ª A - PROFª SILVÂNIA E VERA LÚCIA - ECOSSISTEMAS DOS POVOS DA AMAZÔNIA.

7ª A - PROFª JULIANA PATRÍZIA - POVOS DA AMAZÔNIA AS MINORIAS.

7ª B - PROFº LEIVINHO - POVOS DA AMAZÔNIA OS DONOS DO PODER.

8ª A - PROº FLÁVIO E RAIMUNDA MAURÍCIA - POLUIÇÃO SONORA, VISUAL E AUDIO VISUAL.

8ª B - PROFº REINALDO E LUCINÉIA BATISTA - POLUIÇÃO AMBIENTAL.

LOCAL: ESCOLA FLORENTINA
DATA: 30/04/2009
HORÁRIO: 08:00 AS 12:00h.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Leitura Literatura na EJA



Todos reunidos para assistir a exposição da leitura de obras da literatura brasileira e portuguesa.

Turma: M1NJ02

Professora: Patricia

Disciplina: Língua Portuguesa

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Professores participam de "Programa de Formação Continuada"

A coordenadora pedagógica do Ensino Médio Dione [pedagoga] e os professores Juliana Patrizia [Língua Inglesa] e Reinaldo [Matemática] da Escola Florentina Damasceno, participaram de uma oficina de elabaroção de projetos que faz parte do Programa de Formação Continuada da SEDUC, na cidade de Capitão Poço sede da 17ª URE [Unidade Regional de Educação] no dia 14 de abril.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Adolescência






















ATENÇÃO!

Pérolas do ENEM 2008!!!

O ENEM é o Exame Nacional do Ensino Médio (2º Grau). Em 2008, e como em todos os anos, surgiram pérolas. O tema da redação desse ano foi Aquecimento Global e não faltaram preciosidades:

1) "o problema da Amazônia tem uma percussão mundial. Várias Ongs já se estalaram na floresta." (e levaram o disco da Xuxa onde ela canta "Brincar de Índio")
2) "A Amazônia é explorada de forma piedosa." (.)
3) "Vamos nos unir juntos de mãos dadas para salvar o planeta." (o mundo tem mais um Capitão Planeta?)
4) "A floresta tá ali paradinha no lugar dela e vem o homem e créu." (velocidade 5 do créu!)
5) "Tem que destruir os destruidores por que o destruimento salva a floresta." (pra deixar bem claro o tamanho da destruição)
6) "O grande excesso de desmatamento exagerado é a causa da devastação." (pleonasmo é lei!)
7) "Espero que o desmatamento seja instinto." (.)
8) "A floresta está cheia de animais já extintos. Tem que parar de desmatar para que os animais que estão extintos possam se reproduzirem e aumentarem seu número respirando um ar mais limpo." (os animais extintos também merecem uma cerveja para comemorar quando o ar estiver limpo)
9) "A emoção de poluentes atmosféricos aquece a floresta." (noffa)
10) "Tem empresas que contribui para a realização de árvores renováveis." (todo mundo na vida tem que ter um filho, escrever um livro, e realizar uma árvore renovável)
11) "Animais ficam sem comida e sem dormida por causa das queimadas." (esqueceu que também ficam sem o home theater e os dvd's da coleção do Chaves)
12) "Precisamos de oxigênio para nossa vida eterna." (amém)
13) "Os desmatadores cortam árvores naturais da natureza." (e as renováveis?)
14) "A principal vítima do desmatamento é a vida ecológica." (deve ser culpa da morte ecológica)
15) "A amazônia tem valor ambiental ilastimável." (ignorem, por favor)
16) "Explorar sem atingir árvores sedentárias." (peguem só as que estiverem fazendo caminhadas e flexões)
17) "Os estrangeiros já demonstraram diversas fezes enteresse pela amazônia." (ÃHN?)
18) "Paremos e reflitemos." (beleza)
19) "A floresta amazônica não pode ser destruída por pessoas não autorizadas." (onde está o Guarda Belo nessas horas?)
20) "Retirada claudestina de árvores." (caraulio!)
21) "Temos que criar leis legais contra isso." (bacana)
22) "A camada de ozonel." (Chris O'Zonnell?)
23) "a amazônia está sendo devastada por pessoas que não tem senso de humor." (a solução é colocar a o pessoal da Zorra Total pra cortar árvores)
24) "A cada hora, muitas árvores são derrubadas por mãos poluídas, sem coração." (.)
25) "A amazônia está sofrendo um grande, enorme e profundíssimo desmatamento devastador, intenso e imperdoável." (campeão da categoria "o mais enchedor de lingüiça")
26) "Vamos gritar não à devastação e sim à reflorestação." (NÃO!)
27) "Uma vez que se paga uma punição xis, se ganha depois vários xises." (gênio da matemática)
28) "A natureza está cobrando uma atitude mais energética dos governantes." (red bull neles - dizem as árvores)
30) "O aumento da temperatura na terra está cada vez mais aumentando." (subindo!)
31) "Na floresta amazônica tem muitos animais: passarinhos, leões, ursos, etc." (.)
32) "Convivemos com a merchendagem e a politicagem." (que burragem)
33) "Na cama dos deputados foram votadas muitas leis." (imaginem as que foram votadas no banheiro deles!)
34) "Os dismatamentos é a fonte de inlegalidade e distruição da froresta amazonia." (oh God!)
35) "O que vamos deixar para nossos antecedentes?" (dicionários
)
36) "A fiscalisação tem que ser preservativa." (lerê-lerê)
37) "Não podem explorar a Amazônia de maneira tão devassaladora." (neologismo pra devastadora + avassaladora)

obs. Alunos do Ensino Médio tá chegando a hora de participar do ENEM. Vamos estudar, para não cometermos estes deslizes.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

UFPA PREPARA NOVO MODELO DE SELEÇÃO PARA 2011



Nesta semana, os reitores de todo o país discutem a proposta do Ministério da Educação no que diz respeito à padronização dos processos seletivos para o ingresso nas universidades públicas. O pró-reitor de Ensino de Graduação da UFPA, Licurgo Brito, esclarece que a Instituição compartilha as mesmas motivações do MEC, mas espera que o projeto signifique um avanço em relação ao novo modelo de concurso já aprovado pela Universidade.

O dirigente defende a necessidade de repensar o modelo de avaliação utilizado pelas Instituições de Ensino Superior. “A proposta do MEC é pôr em prática a finalidade da educação que é despertar a iniciativa, a atitude, a coerência, os valores morais e civis. Neste ponto, estamos de acordo com a iniciativa do ministro”. A mesma motivação levou a UFPA a aprovar a implantação do Processo Seletivo Seriado em 2008 e de um novo modelo de prova que será aplicado a partir de 2011.

Para Licurgo Brito, a proposta do Ministério ainda deve rever os detalhes da padronização dos vestibulares brasileiros. “O Brasil tem realidades educacionais muito diversificadas, com diferentes oportunidades de acessos ao ensino superior. Uma prova única, com critérios únicos poderia ser bom para uma média da população, mas, por outro lado, poderia ser ainda mais excludente para outros. O projeto deve amadurecer para acomodar essa diversidade”.

O pró-reitor ainda revela uma segunda preocupação: a mobilidade de candidatos entre as universidades. “Se a prova é única, qualquer candidato pode pleitear as nossas vagas e devemos lembrar que, como uma Universidade da Amazônia, devemos nos esforçar para valorizar a educação do nosso povo”. Por isso, a UFPA desenvolveu uma série de estratégias para garantir o acesso à Universidade aos estudantes do interior do Estado, com aumento do número de vagas em áreas estratégicas em cada região do Pará, processos seletivos especiais e implantação do sistema de cotas para professores sem graduação, atuando na rede pública de ensino.

Na avaliação do pró-reitor de Ensino de Graduação da UFPA, a ideia de utilizar o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é interessante na medida em que “Ele é um teste muito bom e menos conteudista que as provas atuais. O ENEM é melhor que o atual modelo de prova que utilizamos na Universidade, mas é inferior ao modelo que iremos implantar em 2011”. Antes desse prazo, a UFPA não pode mudar o sistema de avaliação porque os candidatos que estão participando do Processo Seletivo Seriado terminarão o concurso apenas daqui a alguns anos.

PREPARAÇÃO

No mês de março, o pró-reitor de Ensino de Graduação da UFPA, Licurgo Brito, e o diretor do Centro de Processos Seletivos da UFPA, Luiz Acácio Centeno, estiveram no Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (CESPE). Esse foi o primeiro contato para a elaboração de uma parceria entre as duas Universidades e troca de experiências sobre elaboração do novo tipo de provas.O novo modelo avaliará três categorias: leitura e interpretação; pensamento reflexivo ou raciocínio lógico e atualidades locais e globais. A transição iniciou no PSS 2009 quando não foram ofertadas as inscrições no Processo Seletivo para alunos do primeiro ano do ensino médio. No PSS 2010, por usa vez, só haverá inscrição para a terceira fase ou para a realização das três fases do concurso.
Texto: Glauce Monteiro – Assessoria de Comunicação da UFPA

Curso de Mídias!


Nesta Quarta feira dia 08 de abril, os professores do Ensino Médio da Escola Florentina Damasceno participaram de um curso sobre mídias. Ministrado pela Professora Rórima Diana, o curso teve o objetivo de sanar as dificuldades que alguns profissionais da educação enfrentam na hora de utilizar as novas tecnologia da informação. Com exito no aprendizado durante o curso relizado na quarta feira pela manhã, os professores se mostraram receptíveis as novidades tecnológicas com as quais a Escola Florentina Damasceno passa a contar, acreditando assim poder melhorar a sua prática docente e levar informação com qualidade para seus alunos.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Os fofos...


Professores Anderson e Saulo desejam a todos os alunos e funcionários da escola Florentina Damasceno, uma feliz Pascóa.

Ps.: queremos ovos de Páscoa...

Professores Anderson e Saulo...

A paz esteja conosco

Que a paz reine nos corações de todos os funcionários e alunos da escola Florentina Damasceno.

São os votos das professoras Lusia Vanda e Lindalva Ventura...

quinta-feira, 2 de abril de 2009

NTE Bragança

Apresentamo-lhes um blog muito especial, o Blog da Escola Estadual de Ensino Médio Florentina Damasceno, em Santa Luzia do Pará (município localizado no nordeste paraense). O blog da Florentina Damasceno tem de tudo: exposição virtual de vários artistas, informes da escola, textos de professores, poesias, os projetos que eles desenvolvem e muitas fotos dos eventos, etc. etc.
Hoje dia 25 de março, o blog presenteia o visitante com as telas de Tarsila do Amaral!
Este blog é especial para nós do NTE porque o Professor Válter, que esteve ministrando o curso de 40 horas lá em Santa Luzia, em outubro de 2008, ajudou este blog a nascer. Nós já sabíamos que ele existia, mas perdemos o endereço dele e não podíamos linkar. Fizemos uma busca no Google e ei-lo aqui

quarta-feira, 1 de abril de 2009

quarta-feira, 25 de março de 2009

Galeria - Tarsila do Amaral

Paisagem com Touro - 1925
óleo sobre tela - 52 x 65 cm
O lago - 1928
óleo sobre tela - 755 × 93 cm

A Cuca - 1924
óleo sobre tela - 73 x 100 cm

Carnaval em Madureira - 1924
óleo sobre tela - 76 x 63 cm

Antropofagia - 1929
óleo sobre tela - 126 × 142 cm

Abaporu - 1928
óleo sobre tela - 147 × 127 cm

Sol poente - 1929
óleo sobre tela - 83 × 129 cm


terça-feira, 24 de março de 2009

Intertextualidade!

Intertextualidade
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Grosso modo, pode-se definir a intertextualidade como sendo um "diálogo" entre textos. Esse diálogo pressupõe um universo cultural muito amplo e complexo, pois implica na identificação e no reconhecimento de remissões a obras ou a trechos mais ou menos conhecidos. Dependendo da situação, a intertextualidade tem funções diferentes que dependem dos textos/ contextos em que ela é inserida.
Evidentemente, o fenômeno da intertextualidade está ligado ao "conhecimento de mundo", que deve ser compartilhado, ou seja, comum ao produtor e ao receptor de textos.
O diálogo pode ocorrer em diversas áreas do conhecimento, não se restringindo única e exclusivamente a textos literários.
Na publicidade, por exemplo, em um dos anúncios do Bom Bril, o ator se veste e se posiciona como se fosse a Mona Lisa de Leonardo da Vinci e cujo slogan era " Mon Bijou deixa sua roupa uma perfeita obra-prima". Esse enunciado sugere ao leitor que o produto anunciado deixa a roupa bem macia e mais perfumada, ou seja, uma verdadeira obra-prima (se referindo ao quadro de Da Vinci). Nesse caso pode-se dizer que a intertextualidade assume a função de não só persuadir o leitor como também de difundir a cultura, uma vez que se trata de uma relação com a arte (pintura, escultura, literatura etc).

Tipos de intertextualidade
Pode-se destacar tipos de intertextualidade:
Epígrafe - constitui uma escrita introdutória a outra.
Citação - é uma transcrição do texto alheio, marcada por aspas.
Paráfrase - é a reprodução do texto do outro com a palavra do autor. Ela não se confunde com o Plágio, pois o autor deixa claro sua intenção e a fonte.
Paródia - é uma forma de apropriação que, em lugar de endossar o modelo retomado, rompe com ele, sutil ou abertamente. Ela perverte o texto anterior, visando à ironia,ou à crítica.
Pastiche - uma recorrência a um gênero.
Tradução - a tradução está no campo da intertextualidade porque implica em recriação de um texto.

Pais e professores: Educação para a mudança!

Aconteceu no dia 24/03/2009 o I Encontro de Pais e Educadores da Escola Florentina - Nível Ensino Médio, organizado pela Professora Silvânia - Geografia(responsável da turma do 3º Médio turno da tarde), Coordenadora Pedagógica do Ensino Médio: Adelane, a Secretária da Escola Terciane e a Diretora Viviane.
Temas debatidos: Frequência dos alunos, avaliações, participação dos pais na escola, o papel do professor e outros.
Local: Sala de Vídeo da Escola Florentina.
Parabéns pela iniciativa.

A participação dos pais na Escola, é compreendida pela Escola Florentina como fundamental, pois no dia 20/03/2009 ocorreu o I Encontro de Pais das 5ª Séries - objetivo debater assuntos pertinentes a educação, escola e a disciplina de Inglês, visto que o mesmo foi organizado pela Profª Juliana, a Coordenadora Pedagógica do Fundamental Rórima e a Diretora do Fundamental Terciane.

Agradecemos a participação dos pais e renovamos votos de estima e apreço.

quarta-feira, 18 de março de 2009

terça-feira, 17 de março de 2009

Biologia - célula animal

Biologia - células tronco 03

Biologia - células tronco 02

Visite o Site Racha Cuca e resolva os vários desafios. É super interessante.

Resolva as sentenças de acordo com o exemplo: Nível Ensino Médio
12 M do A: 12 MESES DO ANO
24 H em um D: _______________________________________________________
12 S do Z: ___________________________________________________________
3 D:_______________________________________________________________
40 D de Q:___________________________________________________________
27 E da B do B:________________________________________________________
101 D:______________________________________________________________
666 é o N da B:_______________________________________________________
7 P C: _____________________________________________________________
4 E do A:____________________________________________________________
10 M da L de D: ________________________________________________
60 M em uma H: ____________________________________________________

Fonte: site racha cuca

segunda-feira, 16 de março de 2009

sexta-feira, 13 de março de 2009

Notícia

Os coordenadores do laboratório de informática da Escola Florentina Profª Rórima e Profº Reinaldo realizaram no último dia 06 de março de 2009, treinamento para os professores da referida escola em Educação digital. Objetivando aprofundar os conhecimentos a cerca das mídias - computador, internet, data show, produção de vídeo, slides e outros.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Sobram cerca de 80 mil vagas na rede estadual de ensino

Ontem foi o último dia para matrículas de alunos na rede estadual de ensino. Cerca de 800 mil alunos já fazem parte da rede. Para este ano, foram ofertadas 290 mil novas vagas.

A coordenadora de matrícula da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Suely Dummond, realizou um balanço parcial das matrículas. “Nossa meta é atingir um milhão de alunos matriculados e acreditamos que podemos alcançá-la”, afirma.

Até agora, sobram cerca de 80 mil vagas na rede estadual de ensino e a estimativa para este ano é de que entre 30 e 40 mil vagas fiquem abertas. Por outro lado, ainda há demanda para estas vagas que não foram preenchidas. Suely Dummond explica que alunos do colégio Rui Barbosa, da Escola de Educação Tecnológica (cerca de 5 mil alunos) e do sistema penal (aproximadamente 1.500 alunos), por exemplo, ainda não foram matriculados.

Os números que vão revelar exatamente quantos alunos estão matriculados na rede estadual só serão conhecidos após o dia 31 de março, quando todas as matrículas já estarão no Sistema Estadual de Matrículas, de onde migra para o censo escolar.

INVESTIMENTO - Segundo a coordenadora, este é um importante processo, pois isto implica no recebimento de recursos. “O Estado ofereceu mais vagas, investiu em políticas públicas na área da educação e na construção de novas escolas”, diz.

Os dados em relação às matrículas do interior do Estado ainda não estão disponíveis por conta de dificuldades como a falta de acesso à internet. De acordo com Suely, existem 386 localidades nesta situação. Elas fazem parte do Sistema de Organização Modular de Ensino (Some) e possui aproximadamente 27 mil estudantes.

Entre os alunos já matriculados, a maior demanda foi para os turnos da manhã e tarde e de vagas na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Entre os locais ainda com vagas estão colégios como Augusto Meira, Visconde de Souza Franco, Orlando Bitar e Deodoro de Mendonça.


Dados dos alunos para o Inep

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) coleta, até o dia 15 de março, os dados sobre a movimentação dos alunos da educação básica relativos a 2008. Os dados se referem à permanência, transferência ou abandono e o rendimento do aluno. As informações que caracterizam a situação do aluno são complementares ao Censo Escolar da Educação Básica.

Todas as escolas devem informar a situação do aluno. A aprovação e a reprovação integram o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que é divulgado a cada dois anos pelo MEC e expressa, em valores, os resultados mais importantes na educação, que são a aprendizagem e o fluxo escolar. As escolas que não informam ao Inep a situação de seus alunos ficam de fora dos indicadores educacionais e, consequentemente, sem avaliação do Ideb.

As informações deverão ser prestadas, pela Internet, por todas as escolas de educação básica, tanto as da rede pública, quanto as da rede privada. O informante do Censo de cada escola deverá abrir a página eletrônica do Inep (www.inep.gov.br) e acessar o hotsite, já disponível desde o dia 2 de fevereiro, exclusivamente para coleta desses dados.

O login e a senha para informar a situação do aluno são os mesmos usados para preencher as informações sobre o Censo Escolar. Caso o gestor não tenha senha ou login para entrar na página do Educacenso, deverá se comunicar com a Secretaria de Estado de Educação/Censo Escolar pelos telefones: 3201 5061 / 3201 5169.

Diário do Pará - edição de segunda-feira 9 de março de 2009.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Livro didático

Será que os livros aplicados atualmente pelas escolas brasileiras geram interesse nos estudantes? Muitos utilizam métodos que não primam pelo fomento à criatividade e ao senso crítico de crianças e adolescentes, fazem abordagem repetitiva e exigem dos alunos respostas homogeneizadas, sem considerar suas especificidades, cultura e a realidade onde vivem.O Dia Nacional do Livro Didático, na próxima sexta, é uma boa hora para retomar esse debate.

Nossos meninos e meninas não se vêem refletidos nas páginas dos livros, que quase nunca levam em consideração a biodiversidade, a vivência, história e cultura do povo amazônida. Os livros didáticos têm que refletir o contexto onde a criança está inserida. Não pode existir um livro no Pará que fale de neve no inverno, por exemplo. A realidade da região precisa ser tematizada e a contextualização dos conteúdos deve ser o ponto de partida.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Calouros da cabeça pelada!

Que alegria, com o resultado do vestibular da UFPA mais algumas crianças conquistaram o sonho de entrar em uma universidade pública: JÉSSICA, LUANA FARIAS, ANDERSON REIS, MAYRAN, EDMILSON, LOURIVAL JUNIOR, MÁRIO SÉRGIO, DORILENE, GRACILENE, JAQUELINE, BÁRBARA... são alguns destes alunos maravilhosos que nos alegram com esta conquista.
Neste dia 16 de fevereiro de 2009 iniciaram-se os trabalhos na Câmara Municipal de Santa Luzia e aproveitamos para parabenizar estes estudantes e planejar um PROJETO DE LEI DE AUXILIO A JOVENS UNIVERSITÁRIOS. Vereador Edson farias e Vereador Nando juntam-se ainda esta semana para discutir o projeto que deve ir a votação o mais rápido possível.
Estudem, juntos hoje e sempre, construiremos um mundo com mais oportunidade.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

O rio Curí pede socorro...

UM POUCO DE HISTÓRIA

É importante entendermos nossa história, para a partir dela contextualizarmos a realidade socioeconômica e ambiental de modo que possamos fazer avaliações fundamentadas num sistema provativo para os desafios atuais. O ano de 2008 é uma referência de caráter social importantíssimo para a sociedade luziense, especificamente por ser o ANIVERSÁRIO DE 50 ANOS DA CRIAÇÃO DO ACAMPAMENTO PRÓXIMO AO RIO CURÍ, pelo engenheiro Dr. Tabosa (responsável pela construção da BR-316 no trecho entre a cidade de Capanema e o rio Gurupí) e também pela CHEGADA DO PRIMEIRO MORADOR A FIXAR-SE NESSA ÁREA, O SENHOR MANOEL GAIA E SUA FAMÍLIA VINDA DO NORDESTE seguindo o pico demarcatório da rodovia Pará-Maranhão no ano de 1958, o que tem como referência o nascimento da sociedade luziense.

Segundo relatos orais dos habitantes mais antigos, o senhor Manoel Gaia, fixou residência onde atualmente encontra-se a travessa D. Pedro I, conhecida popularmente como “Rua do Curí”. E o acampamento do engenheiro Dr. Tabosa, foi fixado às margens do pico da, então estrada em construção, BR 316, próximo ao rio Curí que, servia de fonte de água para os trabalhadores, a uma distância média de 150 metros correspondente ao local onde hoje se encontra o Centro de Cultura Popular, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais e a Rádio Curí FM.

O RIO CURÍ

A intenção desse artigo é referendar o início dos impactos sócio-ambientais ocorridos no rio Curí desde o início da urbanização do município e a historia da luta social liderada por movimentos ambientais e/ou religiosos católicos desarticulados sem conhecimentos ambientais, na luta pela sobrevivência do referido rio, com boas intenções, porém sem sucesso em suas práticas.

O Curí é um dos principais afluentes da margem direita da bacia hidrográfica do Caeté, que desemboca na península da ilha de Ajuruteua no município de Bragança. A nascente do rio Curí localiza-se dentro do município de Santa Luzia, distante aproximadamente nove quilômetros (em linha reta) da sede. Embora localizada na área de relevo acentuado da bacia hidrográfica do rio Guamá e mais próxima desta, sua nascente tem correnteza contrária, na direção da hidrografia do Caeté caracterizando um vale, o que denomino de “vale do Curí”, com características de baixo relevo bastante acentuadas na cidade de Santa Luzia entre os conhecidos km 47 e 48 ocasionado pela passagem do rio Curí.

Desde 1958 que o rio Curí sofre com o processo constante de impactos ambientais iniciados com a devastação da mata ciliar, sendo mais crítico na área urbana onde esses impactos atingiram nível três, ou seja, a penúltima na escala de impactos ambientais, caracterizando-se como gravíssimos, pois não há mata ciliar e nenhum tipo de vegetação secundária nas margens do rio, provocando duas fases distintas no período de chuvas: uma relacionada às enchentes (que infelizmente é apreciada pela sociedade luziense como um atrativo bonito), e a segunda de médio prazo que em vez de infiltrar-se no solo, a água do rio é escoada sobre a superfície formando enormes enxurradas que não permitem o bom abastecimento do lençol freático, promovendo a diminuição do armazenamento da água nas cabeceiras próximas da área urbana de Santa Luzia, que seriam fontes do rio Curí.

As conseqüências do rebaixamento do lençol freático não se limitam as nascentes, mas também aos córregos e riachos abastecidos pelo Curí. As enxurradas, por sua vez carregam partículas do solo provocando o processo de erosão que se amplia pelo acúmulo de lixo e diversos tipos de resíduos. Como não são controladas, já caracterizam as temidas voçorocas do rio Curí, sobre a área urbana de Santa Luzia. A voçoroca é formada pela combinação de processos de erosão que demonstram um desequilíbrio do ambiente, o que já caracteriza essa área especifica do rio Curí.

As conseqüências da voçoroca do rio Curí, na área urbana de Santa Luzia do Pará, quem mais sofre são os peixes que praticamente não encontram mais esse habitat, ampliando os impactos ambientais e a negligência atrópica nessa área. O nível três na escala de impactos ambientais na passagem do rio Curí sobre a área urbana de Santa Luzia, tem conseqüências para ambos os lados: as mananciais diminuem a quantidade de peixes, e na direção da fluência do Caeté, as matas ciliares estão sendo substituídas por capoeiras fragilizando o meio ambiente, pois as espécies arbóricas apresentam diferenciações sutis que só são percebidas pela taxonomia (as espécies Meliaceae, Euphorbiaceae, Moraceae, Lauracea, entre outras, fazem parte do grupo de espécies de mata ciliar, e infelizmente nao existentes mais na vegetação das margens do rio Curi, na área urbana de Santa Luzia) fazendo com que suas funções ecológicas que permitem o equilibrio do habitat, os ciclos vegetativos e a quimica ambiental se alterem.

As ações atrópicas se fortaleceram a medida que a vila de Santa Luzia crescia sem planejamento ambiental agredindo brutalmente o rio Curí, com o crescimento urbano desordenado adotando práticas desfavoráveis e ambientalmente incorretas pelos moradores locais especialmente entre as ruas D. Pedro I e Magalhães Barata e o “Bairro Novo” onde passa um córrego abastecido por degetos sanitários e outros resíduos que caracterizam a poluição fisioquímica do rio Curí piorada pela localização do matadouro da cidade instalado nas suas margens há mais de três décadas, onde resíduos orgânicos e não orgânicos são transferidos para suas água, fortalecendo o desequilibrio ambiental com práticas irregulares. Atualmente a Prefeitura Municipal está transferindo o matadouro da margem do Curí para um local mais adequado e fora da cidade (km 39), isso já é um avanço importante rumo a diminuição dos impactos ambientais sobre o rio Curí, contudo, muitas outras ações precisam ser realizadas para sua revitalizaçõa que se faz urgente necessária.

Os períodos de estiagem no rio Curí, infelizmente ja existem, e são três vezes maiores que o período comum da Amazônia, provocados pela ausência de um rio que fortaleça a disposição de água sobre o leito, e consequentimente sobre os lençóis freáticos. Nos períodos médios de agosto a novembro o rio Curí, se transforma num córrego, e infelizmente num futuro próximo se transforme num rio peneiro, ou seja, que seca num determinado período do ano. A sociedade luziense já está pagando um alto preço por isso: nesse mesmo período de estiagem que vai de agosto a novembro, a água disposta para a zona urbana é reduzida, porque o lençol freático ultilizado pela COSANPA é um dos manancias do rio Curí, distante a três quilômentros da cidade, o que caracteriza um dos resultados do impacto ambiental gerados sobre o rio Curí.

A medida que passa o tempo mais o rio Curí sofre com as agressões e atos de abandono fazendo com que a maioria dos jovens da atualidade aprendam que o rio não tem importância para a cidade de Santa Luzia. Infelizmente isso é o reflexo das consequências sociais e do desemparo ambiental com o rio que fez nascer uma cidade às suas margens, pois estes jovens, que são o futuro da sociedade luziense, não compreendem a luta na defesa do rio, e alguns interpretam como jogo politico-partidário, o que é uma pena. Contudo, a juventude das decadas de 80 e 90, lutaram em defesa do rio Curí, por que ainda o conheceram como um rio caudaloso de águas cristalinas onde era possível tomar banho, pescar, usar canoas e curtir fortes emoções naqueles tempos românticos em que prevalecia um importante preceito humano: o equilibrio da natureza depende das ações do homem.

A Pastoral da Juventude (movimento social católico) nas décadas de 80 e 90 tentou por algumas vezes, sem conhecimentos cientificos, plantar mudas na tentativa de reconstruir a mata ciliar do Curí durante a realização de alguns eventos de grande importância socio-cultural como Canto da Terra e dança SALUDOPÁ onde foram apresentadas reividicações e soluções para a defesa da sobrevivência do nosso rio. O grupo Raizes Culturais (grupo de identidade folclórica e cultural composta por jovens da sociedade local) em seus encontros semanais tinha a defesa do rio Curí como uma das pautas de discussões permanentes o que culminou com a criação de um movimento denominado S.O.S Rio Curí, que tinha a intenção de defendê-lo. Ironicamente, a primeira rádio de Santa Luzia chama-se Curí FM, nasce uma rádio enquanto nosso rio agoniza pedindo socorro.

Legalmente a mata ciliar é uma área de preservação permanente, que segundo o Código Florestal (Lei n.° 4.771/65) deve-se manter intocada. Caso esteja degradada deve-se prever a imediata recuperação, e o titular definitivo da área que não cumprir essa exigência legal poderá ser punido com multas expedidas pelo IBAMA e/ou Secretaria Estadual de Meio Ambiente. A lei existe há 40 anos, mas nunca foi aplicada no caso do rio Curí. Toda vegetação natural (arbórea ou não) ao longo das margens dos rios, nascentes e de reservatórios deve ser preservada. De acordo com o artigo 2° dessa lei, a largura da faixa de mata ciliar a ser preservada deve ser proporcional à largura do curso d'água, portanto na área urbana de Santa Luzia, as dimensões das faixas de mata ciliar às margens do rio Curí deveriam ser de 30 metros.

Há tempo para salvar o rio Curí? Sim. Contudo, a cada dia que passa, sua situação fica mais grave devido aos enormes impactos ambientais que o ameçam. Se não tomarmos atitudes com a intenção de salvá-lo agora, corremos o risco de perder para sempre nosso amado rio Curí, berço da “civilização luziense”, que sofrerá graves conseqüências sociais devido à morte do nosso rio.

VAMOS SALVAR O CURÍ, AINDA TEMOS TEMPO SIM...

Texto postado originalmente no blog Santa Luzia On-line.

Autor: Naldo Blandtt [Gerente Socal da Vale e doutorando em Politicas Sociais pela Universidade de Berlim - Alemnha]

Desenvolvimento X meio ambiente

A História da humanidade é baseada na destruição do espaço geográfico para a preservação da espécie humana, em consequência disso, milhares de outras espécies foram extintas pela ação contínua dos "seres racionais" sobre a natureza por que o ato destruidor do homo sapiens está impregnado no seu DNA biológico/cultural.

Conscientizar o ser humano de que suas ações são predatórias até mesmo para a sua própria existência é tarefa de gigantes de tal modo que um grito isolado em defesa do meio ambiente no meio da multidão soa como ridículo.

Claro que os devoradores do planeta são os grandes grupos empresariais, porém, assim agem por que a vida no modelo atual exige isto, o qual, faz parte de uma cadeia alimentar, social, política, econômica [...] e parar esse modelo, significa interromper o desenvolvimento da sociedade dentro do foco em que a conhecemos.

Logo, a questão ambiental está intimamente ligada à linha de consumo: hábitos elaborados no processo histórico de evolução da humanidade. Ora, um bom exemplo disso é o nosso agonizante rio Curí que até inicio da década de 70 [segundo relatos] era perene e saudável, hoje virou um esgoto da falta de consciência da população/poder público, porém, sem este esgoto não teríamos a cidade que nasceu às suas margens exatamente devido a sua existência. Daí, olhando-se pela ótica do processo interativo do convívio humano, para se obter o progresso ou se matava o rio ou a cidade não existiria.

A questão do grande lixão em que estamos transformando o planeta Terra é consequência de todo um processo civilizatório contido na genética da humanidade. Mudar o curso da história, para a preservação do planeta, teríamos de mudar toda a forma de pensar, agir e existir da raça humana agindo isoladamente com um aplicativo psicológico para amainar consciências sobre as questões ambientais.

Enfrentar a problemática de frente teria que, antes mudar toda uma mentalidade, toda uma forma de viver onde o padrão consumista seria redesenhado criando-se outro padrão humano para dar vida plena ao corpo vivo do planeta.

Aí fica a seguinte pergunta: É possível conciliar progresso, evolução e desenvolvimento econômico sem lesionar o planeta Azul?

Texto originalmente postado no blog Santa Luzia on-line.

Autor: Profº. Reinaldo

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Guarani poderá ser idioma oficial no Mercosul
A Comissão de Educação, Cultura, Ciência, Tecnologia e Esportes do Parlamento do Mercosul aprovou nesta terça-feira (10) uma recomendação ao Conselho do Mercado Comum (CMC) para que o Guarani seja considerado idioma oficial do Mercosul e se converta em idioma de trabalho do bloco regional, como o Espanhol e o Português. Autor da proposta, o parlamentar paraguaio Héctor Lacognata disse que há cerca de 15 milhões de pessoas que falam o Guarani e vivem no Paraguai e em regiões da Argentina, da Bolívia e do Brasil. A decisão da comissão será ainda submetida ao Plenário. Se ela for confirmada pelo conjunto do Parlamento e adotada pelo Conselho, todos os documentos do bloco e também os pronunciamentos nos diferentes eventos do Mercosul terão de ser traduzidos para o Guarani.
Héctor Lacognata defendeu sua proposta na reunião. Ele disse que a iniciativa foi resultado do trabalho de setores importantes do Paraguai e que a educação no seu país é feita tanto em Guarani quanto em Espanhol. Ainda segundo o autor, há parlamentares paraguaios que provavelmente se expressariam com muito mais facilidade no Guarani, que é sua língua materna.
Na justificação da recomendação, Héctor Lacognata lembra que, em agosto de 1995, os ministros de Educação e Cultura dos países membros do Mercosul - Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai - declararam o Guarani língua histórica do bloco. Lembra também que o CMC, em 2006, considerou o Guarani como um dos idiomas do Mercosul.
O parlamentar paraguaio destaca que o Guarani é idioma oficial no Paraguai desde 1992 e que 85% da população do país fala essa língua, de forma exclusiva ou combinada com o Espanhol. E registra que a província argentina de Corrientes declarou, no final de 2005, o Guarani como idioma oficial, ao lado do Espanhol. Segundo Hector Lacognata, o Guarani é a língua autóctone mais falada da América Latina.
Universidade brasileira
Na discussão da matéria, a presidente da comissão, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), informou que a universidade federal em Dourados (MS) criou, no ano passado, uma cátedra de Guarani. Ela disse também que o reconhecimento do Guarani como língua oficial do Mercosul é importante e que a adoção do Guarani como idioma de trabalho é difícil, "mas não impossível". Para a senadora, a Mesa do Parlamento deverá definir as providências necessárias para que o Guarani possa converter-se em idioma de trabalho na instituição.
Já o deputado paraguaio Nelson Alderete disse que o Guarani é uma língua viva, um elemento aglutinador: "Vamos resgatar nossa identidade a partir de nossa cultura original", defendeu. Também paraguaio, o deputado Ricardo Canese informou que pesquisa feita em seu país no período eleitoral indicou que 62% dos entrevistados gostariam que o presidente se dirigisse a eles em Guarani. (Agência Senado)
DIÁRIO DO PARÁ
Terça-Feira, 10/02/2009, 14:45h
Segunda-Feira, 09/02/2009, 21:30h

Poeta paraense Max Martins morre em Belém

Morreu no final da tarde desta segunda-feira(9), em Belém, aos 83 anos, o poeta paraense Max Martins. Desde junho de 2008, complicações clínicas estariam sendo constantes na rotina do escritor, que ficou internado em uma clínica particular na capital. A família ainda não definiu onde acontecerá o velório e o sepultamento do corpo do poeta.
Vida: Max se interessou muito jovem pela poesia, pois seu pai possuía um pequeno acervo em sua casa e foi aí que ele se encontrou com os poetas românticos do Brasil. Porém não era a poesia exatamente que ele amava, ele queria buscar o novo. Os primeiras textos de Max foram publicadas por Haroldo Maranhão em um jornal escolar denominado “O Colegial”. Foi a partir desse jornal de alunos, que floresceu uma amizade entre Max, Haroldo e Benedito Nunes que dura mais de 50 anos. No período de 1945 a 1951 , eles participaram juntos do suplemento literário “Folha do Norte”, de grande importância na época. Autodidata, trabalhou no Instituto Medicamenta Fontoura como chefe de escritório em Belém; no Ministério da Saúde-SUCAM, como inspetor administrativo; e desde 1991 é diretor da Casa da Linguagem, da Fundação Curro Velho, em Belém. Escolhido patrono da IV Feira do Livro Pan-amazônico, novembro a dezembro de 1999, em Belém do Pará, promoção da Secretaria de Cultura.
Livros: O Estranho. Belém, Revista de Veterinária, 1952; Anti-Retrato. Belém, Falângola, 1960 — ambos de poesia. Tanto o primeiro como o segundo livro receberam respectivamente os prêmios da Academia Paraense de Letras e Secretaria de Educação do Estado do Pará; Alguns Poemas (1965); 15 Poemas (1970); H'era (1971); O Ovo Filosófico (1975); O Risco Subscrito. Belém, Mitografe, 1980; A Fala entre Parênteses. Belém, Grapho/Grafisa, 1982. Parceria com o poeta Age de Carvalho; Abracadabra (1982); Caminho de Marahu. Belém, Grapho/Grafisa, 1983; 60/35. Belém, Grapho/Grafisa, 1986; Não para consolar. Poesia completa. Belém, CEJUP, 1992. Prémio Olavo Bilac da ABL, dividido com o poeta António Carlos Osório; Marahu Poemas. Belém, CEJUR 1992; Colagens. Belém. CEJUP, 1992; Para ter onde ir. SP, Massao Ohno/Augusto Massi, 1992; Outrossim. Poema-cartaz. Belém, Casa da Linguagem, 1991; J poemas. Folder. Belém, Falângola, 1991; Diário do Poeta. Belém, Revista Unamazônia, n.°0, junho 1998; e Caudrons of Críatirity. Poemas e ilustrações de Max Martins de seus Diários do Poeta. Exposição na Universidade do Colorado, EUA, 1999. (Belém/PA- Da Redação)

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Bom dia, queridos alunos.
Um novo ano letivo se aproxima e nossas expectativas aumentam. novos alunos novas oportunidades de discussão do conhecimento em suas áreas afins.
Estive neste dia 05 de fevereiro em Paragominas acompanhando os novos calouros da UEPA: Anderson Reis, Mairan, Lourival Junior, Dorilene, Josy e Edmilson, ex alunos que agora iniciam sua vida universitária e que fazem com que nossas expectativas quanto a voces aumentem em 2009.
Perseverança e muito otimismo para o ano letivo que se inicia!
Abraços calorosos do Prof. Edson Farias